A Guide to Basic Differences between Left and Right

left and right - political view

Some opposing definitions in the American political lexicon:

Source of Human Rights     

Left: Government

Right: The Creator

Human Nature

Left: Basically good (therefore society primarily responsible for evil)

Right: Not basically good (therefore the individual primarily responsible for evil)

Economic Goal

Left: Equality

Right: Prosperity

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CONFORTARE ESTO VIR

“CONFORTARE ESTO VIR” significa “sê corajoso, porta-te como homem (1Rs 2,2).”

Bertrand Russell, membro da Escola de Frankfurt, é autor de uma observação que vale ser citada aqui, para que se saiba desde o início o que é que enfrentamos: “Usando técnicas psicológicas para ensinar às crianças, seremos capazes de produzir a convicção de que a neve é preta!”

“Usando técnicas psicológicas para ensinar às crianças, seremos capazes de produzir a convicção de que a neve é preta!”

Faz-se necessário salientar (de forma muito breve e superficial) que a Escola de Frankfurt foi um mecanismo criado por marxistas para a realização de pesquisas na área da psicologia, com vistas a melhor aplicar o marxismo na cultura e, então, facilitar a destruição dessa mesma cultura desde o seu núcleo, sem que os cidadãos se apercebessem do processo.

A masculinidade é um dos principais alvos desses ataques de subversão, porque justamente o homem foi constituído para o combate e para doar sua vida pelos outros. Longe dessa realidade, o homem se torna um ser egoísta e autoritário que visa somente seu bem-estar e sua busca por prazer, esquecendo-se da justiça e da sua vocação magna ao sacrifício. Dessa forma, com uma masculinidade frouxa e pusilânime, os tiranos conseguem solapar os direitos da civilização, abusam das mulheres e crianças e colocam-se no lugar de Deus.

A crise de identidade do homem hodierno não se deve somente ao fato de este, na maioria das vezes, buscar somente o seu prazer; o problema é muito mais abrangente. O próprio egoísmo é causado por problemas muito maiores. Todavia, no presente texto, será abordado de forma mais clara o problema da Busca pela Verdade.

Fomos criados por Deus, como afirma o Catecismo da Igreja Católica, no seu item 27: “O desejo de Deus é um sentimento inscrito no coração do homem, porque o homem foi criado por Deus e para Deus. Deus não cessa de atrair o homem para Si e só em Deus é que o homem encontra a verdade e a felicidade que procura sem descanso.”

No Evangelho segundo São João, capítulo 14, versículo 6, Cristo afirma o seguinte: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”; ora, se o homem foi criado por Deus e Deus é a própria Verdade, então o homem, além de ser atraído para a Verdade, também tem o dever de configurar-se à Verdade. Infelizmente, porém, o compromisso com a Verdade vem cada vez mais sendo destruído e substituído por um compromisso consigo mesmo, com a própria vontade, com os próprios desejos e pensamentos, e daí também provém o egoísmo.

Como imitadores de Cristo, somos convidados por Nosso Senhor a mudar essa realidade decaída, e, a partir de Seu santo Exemplo, nos tornarmos verdadeiros homens de Deus, homens católicos!

Observando a vida de Nosso Senhor Jesus, concluímos que Ele se doou inteiramente à vontade do Pai e amou o próximo. Cristo Amou tanto o gênero humano que esqueceu de Si mesmo, e foi obediente até a morte, e morte de Cruz. Esse é o exemplo magno que deve ser seguido por todo homem católico! O homem foi criado para, à exemplo de Cristo e por amor à Deus, doar inteiramente sua vida no serviço à Deus e consequentemente no serviço ao próximo, pois, como São João diz na sua primeira carta, “se alguém disser: ‘Amo a Deus’, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê” (4, 20).

Longe da Verdade, longe de Deus, a masculinidade fica escravizada e torna-se subjetiva. É necessário ser homem em todos os lugares em que se habita e evangelizar com a própria vida, com a própria postura e com as próprias palavras! Que a vida de cada homem seja um reflexo do Cristo crucificado, que em meio ao sofrimento não abandona Sua missão e entrega-se inteiramente, até a última gota de sangue se necessário, para que os demais alcancem a salvação eterna.

Para ser homem católico, é necessário amar a Deus, amar a Verdade e configurar-se em tudo a Deus. Isso pode ser feito na doação diária de si mesmo para o bem dos mais fracos, para o bem das mulheres e crianças, para o bem da sociedade e para o bem da Santa Madre Igreja. Enamorados pela Verdade, os homens são capazes de saírem de si mesmos e irem em busca do outro, rejeitando toda espécie de abuso, toda espécie de egoísmo, utilitarismo e vaidade.

Mais acima, a virilidade masculina personalizada em Clint Eastwood, ator que foi referência para a juventude nos anos 1970/80. Em contraste com as maneiras de ser de muitos dos jovens de hoje, é difícil não nos perguntarmos como foi que o modelo de masculinidade pôde ter decaído tanto em tão pouco tempo?

Para ter-se mais diretrizes de como ser um verdadeiro homem católico, além de observar a vida do Cristo e os ensinamentos da Santa Madre Igreja, é bom observar algumas das regras dos cavaleiros da Militia de Sanctae Mariae 2, aqui dispostas de forma aleatória:

  • A defesa da Igreja, compromisso especial, análogo ao voto de cruzada a defender a Igreja, a sua Fé, a sua Hierarquia, as suas instituições, os seus direitos, mesmo com perigo da sua vida; e a responder a todo o apelo do Soberano Pontífice para cumprir toda a missão, mesmo custosa ou perigosa, que Sua Santidade se digne confiar aos seus cavaleiros.

Em face do próximo e da sociedade em geral, o cavaleiro compromete-se a fazer reinar a justiça, o que é propriamente o seu papel:

  • A intervir sempre e em todo o lado, com uma justa prudência, quando se trata de defender a verdade em geral e a Fé em particular, segundo o preceito do Apóstolo que recomenda insistir a tempo e a contratempo, expressão que é divisa da Ordem: e a fim de obedecer a esta outra advertência da Sagrada Escritura: Até a morte, combate pela verdade, e o Senhor Deus combaterá por ti.
  • A não deixar oprimir ninguém, mas a defender em todo o lado e sempre, na medida dos seus meios, o fraco, a viúva e o órfão contra os seus opressores, mesmo e sobretudo se estes últimos forem poderosos.
  • A não deixar caluniar ninguém.
  • A Não deixar ninguém blasfemar.
  • A ensinar ao mundo, principalmente pelo exemplo duma vida sem medo e sem mancha, a verdadeira natureza da honra que é a prática da fidelidade na humanidade.
  • Manter a palavra dada livremente.
  • A agir de tal modo que em todas as coisas Deus seja glorificado
  • Para com o seu dever de estado profissional, os cavaleiros devem medir exatamente a extensão das exigências da sua vocação. Mostrem-se pois cristãos perfeitos, desejosos de imitar Cristo na sua vida laboriosa de Nazaré, a fim de oferecer a Deus o seu trabalho e o dos outros em sacrifício de louvor. Como Cristo, amarão o trabalho bem feito que procede do amor.

Ser homem é estar disposto a derramar o próprio sangue pela Santa Igreja Católica e para que outros vivam, pois: se o grão de trigo, caído na terra, não morrer, fica só; se morrer produz muito fruto (Evangelho de São João 12, 24).

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Por Felipe Marques, Assoc. S. Próspero
Notas:
1. RUSSELL, Bertrand. The impact of Science on society, disp. em: https://archive.org/stream/TheImpactOfScienceOnSociety-B.Russell/TheImpactOfScienceOnSociety-B.Russell_djvu.txt
Acesso: 10/2/016
2. Regra da Militia de Sanctae Mariae, disp. em:
http://miliciadesantamaria.com.br/wp-content/uploads/2014/02/regraMilitiaSanctaeMariae_pt.pdf
Acesso: 9/2/016
www.ofielcatolico.com.br

1,000 True Fans

This is an edited, updated version of an essay I wrote in 2008 when this now popular idea was embryonic and ragged. I rewrote it to convey the core ideas, minus out-of-date details, that I believe will be useful to anyone making things, or making things happen. If you still want to read the much longer original essay it will follow below this edited version. — KK

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An Italy divided

Two cyclists on opposite sides of the moral compass fought a politically-charged duel that lasted a decade

By Susannah Osborne

The rivalry between Gino Bartali and Fausto Coppi reveals the tensions in Italy between the wars. The two cyclists could not have been more different – their riding styles, their moral conduct, their motivations and their physical appearance. Bartali was a heavy-set, strong man with the look of a boxer. Stork-like Coppi was lean, wiry and could break away and never get caught.

Coppi-2

Bartali was a Catholic, born in Tuscany and worshipped by working-class Italians. Signed in 1936 to the Italian Legnano team as a successor to Alfredo Binda he won the Giro d’Italia three times, the Tour de France twice (10 years apart) and seven one-day Monuments. After his Tour de France win in 1938, on the eve of the Second World War, Mussolini proclaimed him as living proof that Italy was a master race. The Vatican’s favourite sportsman, ‘Gino the Pious’ was blessed by three different popes.

 

Coppi was not concerned with religion. He was worldly, outward-looking and non-conformist. Some claim he was the bridge between the romantic days of pre-war cycling and the science-based sport of today; he was known to experiment with his training and his diet. Feted as one of the best riders of all time he won the Giro d’Italia five times, a record held jointly with Binda and Eddy Merckx, and the Tour de France twice in three attempts. When it came to the the Classics Coppi won the Giro di Lombardia a record five times, Milan-San Remo three times, Paris-Roubaix and the Flèche Wallonne; in 1953 he claimed the world championship. Raphaël Géminiani once said of Coppi: “He rode like a Martian on a bike.”

From their first encounter in 1940 until 1949 the cycling careers of Gino and Fausto were intricately intertwined. Coppi was introduced to Bartali as a domestique for the 1940 Giro. But the pair quickly locked horns after Bartali collided with a dog, allowing Coppi to set his sights on the podium. When Coppi attacked on the Abetone Pass an angry Bartali ordered his team-mates to chase him down. Bartali was brought into line by the team manager and Coppi won. It was a result that incensed Bartali.

When racing resumed after the Second World War so did their rivalry. Bartali beat Coppi in the 1946 Giro but it was Coppi who was victorious a year later. The animosity between the riders reached fever pitch at the 1948 World Championships in Valkenburg when the two men focussed solely on beating each other, forgetting they were riding for Italy. Once they had established that neither of them would win they both withdrew from the race. Booed by the Dutch fans and castigated by the Italian media the pair received a two-month ban.

Bartali was convinced Coppi was taking drugs and he sneaked into his rival’s hotel rooms to extract evidence from the bins. Yet surprisingly, at the 1949 Tour, when tensions between the two were at their height, a ceasefire was declared. Misfortune struck Coppi early on in the race as crashes and mechanical problems lost him valuable time. A broken bike in stage five worsened his position and to make matters worse Binda, Italy’s coach, and the team car were shadowing Bartali. Coppi was furious.

Convinced that he should carry on and still had a chance Coppi regained his verve in the mountains. Stage 16, from Cannes to Briançon, featured the ascents of the Col d’Allos, Col de Vars, and Col d’Izoard. In 1938 and 1948 Bartali had proved his dominance on these climbs and, as before, he broke away. Coppi followed but as they tackled the Izoard Coppi punctured. Bartali waited. Nearer the summit Bartali punctured and Coppi waited. They rode together into Briançon, having gained 20 minutes on the race leader Fiorenzo Magni. Coppi eventually won the race and Bartali finished second.

Coppi died of malaria aged 40, his later years overshadowed by the scandal of an extra-marital affair. Bartali died of a heart attack at 85; it was later revealed that he played a significant part in aiding the passage of Jews to safety during the Second World War. In life and death these two men couldn’t be more different.

*Rapha read William Fotheringham’s ‘Fallen Angel: The Passion of Fausto Coppi’, Aili McConnon and Andres McConnon’s ‘Road to Valour: Gino Bartali – Tour de France Legend and World War II Hero’ and Peter Cossins’ ‘The Monuments’ while researching this article.

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Neo-Liberalism and its Prospects by Milton Friedman

In his magnificent book, Law and Public Opinion, A. V. Dicey distinguished between the trend of legislation on the one hand and the trend of opinion on the other. Legislation, he argued, is dominated by the underlying current of opinion, but only after a considerable lag. Men legislate on the basis of the philosophy they imbibed in their youth, so some twenty years or more may elapse between a change in the underlying current of opinion and the resultant alteration in public policy. Dicey sets 1870 to 1890 as the period in which public opinion in England turned away from individualism (Manchester liberalism) and toward collectivism; yet he points out that economic legislation was not strongly affected by the new trend of opinion until after the turn of the century.

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On Being Conservative By Michael Oakeshott

The common belief that it is impossible (or, if not impossible, then so unpromising as to be not worth while attempting) to elicit explanatory general principles from what is recognized to be conservative conduct is not one that I share. It may be true that conservative conduct does not readily provoke articulation in the idiom of general idea, and that consequently there has been a certain reluctance to undertake this kind of elucidation; but it is not to be presumed that conservative conduct is less eligible than any other for this sort of interpretation, for what it is worth. Nevertheless, this is not the enterprise I propose to engage in here. My theme is not a creed or a doctrine, but a disposition. To be conservative is to be disposed to think and behave in certain manners; it is to prefer certain kinds of conduct and certain conditions of human circumstances to others; it is to be disposed to make certain kinds of choices. And my design here is to construe this disposition as it appears in contemporary character, rather than to transpose it into the idiom of general principles.

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Startup mistakes

Paul Graham

Escrito em outubro de 2006 por Paul Graham, esse Startup Mistakes by Paul Graham é um clássico que precisa ser lido e relido por quem vai empreender.

In the Q & A period after a recent talk, someone asked what made startups fail. After standing there gaping for a few seconds I realized this was kind of a trick question. It’s equivalent to asking how to make a startup succeed—if you avoid every cause of failure, you succeed—and that’s too big a question to answer on the fly. Continue lendo “Startup mistakes”

1,000 True Fans

Kevin Kelly

The long tail is famously good news for two classes of people; a few lucky aggregators, such as Amazon and Netflix, and 6 billion consumers. Of those two, I think consumers earn the greater reward from the wealth hidden in infinite niches.

But the long tail is a decidedly mixed blessing for creators. Individual artists, producers, inventors and makers are overlooked in the equation. The long tail does not raise the sales of creators much, but it does add massive competition and endless downward pressure on prices. Unless artists become a large aggregator of other artist’s works, the long tail offers no path out of the quiet doldrums of minuscule sales.

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