What good is information?

Muita informação?

The internet promised to feed our minds with knowledge. What have we learned? That our minds need more than that

On my morning bus into town, every teenager and every grown-up sits there staring into their little infinity machine: a pocket-sized window onto more words than any of us could ever read, more music than we could ever listen to, more pictures of people getting naked than we could ever get off to. Until a few years ago, it was unthinkable, this cornucopia of information. Those of us who were already more or less adults when it arrived wonder at how different it must be to be young now. ‘How can any kid be bored when they have Google?’ I remember hearing someone ask. Continue lendo “What good is information?”

Under the Spell of Yoga

Ancient Celtic figure of Cernunos, showing him as Shaman, Yogi, and Prajapati, the original tribal Shiva, 'Lord of the Creatures.'

Yoga: The Art of Transformation

an exhibition at the Freer and Sackler Galleries, Washington, D.C., October 19, 2013–January 26, 2014; the Asian Art Museum, San Francisco, February 22–May 18, 2014; and the Cleveland Museum of Art, June 22–September 7, 2014
Catalog of the exhibition edited by Debra Diamond
Freer Gallery of Art/Arthur M. Sackler Gallery/Smithsonian Books, 328 pp., $55.00

The Khecarīvidyā of Ādinātha: A Critical Edition and Annotated Translation of an Early Text of Haṭhayoga

by James Mallinson
Routledge, 299 pp., $49.95 (paper)

Sinister Yogis

by David Gordon White
University of Chicago Press, 352 pp., $29.00 (paper)

Warrior Ascetics and Indian Empires

by William R. Pinch
Cambridge University Press, 280 pp., $36.99 (paper)
dalrymple_1-030614.jpg Chester Beatty Library, Dublin

Detail of ‘The Feast of the Yogis,’ from the Hindi Sufi romance Mrigavati, Allahabad, 1603–1604

Around 1600, a dramatic shift took place in Mughal art. The Mughal emperors of India were the most powerful monarchs of their day—at the beginning of the seventeenth century, they ruled over a hundred million subjects, five times the number administered by their only rivals, the Ottomans. Much of the painting that took place in the ateliers of the first Mughal emperors was effectively dynastic propaganda, and gloried in the Mughals’ pomp and prestige. Illustrated copies were produced of the diaries of Babur, the conqueror who first brought the Muslim dynasty of the Mughal emperors to India in 1526, as well as exquisite paintings illustrating every significant episode in the biography of his grandson, Akbar.

Then, quite suddenly, at this moment of imperial climax, a young Hindu khanazad (or “palace-born”) prodigy named Govardhan began painting images of a sort that had never been seen before in Mughal art. They were not pictures of battles or court receptions. Instead they were closely observed portraits of holy men performing yogic asanas or exercises that aimed to focus the mind and achieve spiritual liberation and transcendence. The results of Govardhan’s experiments in painting—along with a superbly curated selection of several hundred other images from the history of yoga—were recently on view in “Yoga: The Art of Transformation,” a remarkable exhibition at the Freer and Sackler galleries in Washington, D.C., which will travel next to San Francisco and Cleveland.

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When Religion Had a Mind

The history of philosophical religion

by Peter E. Gordon | November 16, 2013

Written in 1779 by the playwright and philosopher Gotthold LessingNathan the Wise ranks among the most powerful arguments for religious tolerance in the entirety of the eighteenth century. Germany in the age of Enlightenment was still trembling from the confessional disputes of earlier times. The Reformation motto “cuius regio, eius religio” (where the prince reigns, so too his religion) had not put an end to strife amongst Lutherans, Calvinists, and Catholics. But Lessing’s play extended the hand of tolerance even beyond the Christian fold, to Judaism and Islam. In a brilliant feat of displacement, he removed the dramatic action from the Germany of his own day and set his characters in a half-imaginary Jerusalem in the midst of the Third Crusade, where Muslims and Christians scramble for dominion of the Holy City. The play’s hero is the eponymous Nathan, a pious Jew who keeps a household along with his adopted daughter and her Christian maidservant. The critical heart of the play is the confrontation between Nathan and Saladin, the Egyptian sultan who rules the land. Saladin presents Nathan with a challenge: of the three monotheistic religions, only one can be true. But surely a man as wise as Nathan does not obey mere accidents of birth and circumstance. If he remains a Jew, it must be with good reason. Saladin therefore asks that Nathan justify his faith. Continue lendo “When Religion Had a Mind”

Dokkōdō

Dokkōdō (独行道 Dokkōdō; “O Caminho da Solidão” ou “O Caminho a ser Seguido Sozinho”) foi um livro escrito por Miyamoto Musashi (宮本 武蔵) uma semana antes de morrer em 1645. É um trabalho curto, consistindo de vinte e um preceitos; os preceitos 4 e 20 são omitidos na primeira versão. Foi composto quando Musashi entregou suas posses em preparação para a morte, e foi dedicado ao seu discípulo favorito, Terao Magonojo (a quem o Go rin no sho também fora dedicado). Expressa um estilo de vida honesto e ascético.

Os preceitos

  1. Aceite tudo como é.
  2. Não procure o prazer físico para seu proprio partido.
  3. Em nenhuma circunstância, dependa de um sentimento parcial.
  4. Considere a si mesmo com leveza; considere o mundo com profundidade.
  5. Durante a sua vida, evita o desejo, até o proprio desejo de nada desejar.
  6. Não lamente o que fez.
  7. Não possua inveja.
  8. Não se deixe entristecer por uma separação.
  9. Ressentimento e reclamação são inadequadas tanto para si como para os outros.
  10. Não deixe se guiar pelos sentimentos de luxuria ou amor.
  11. Em todas as coisas, não tenha preferências.
  12. Seja indiferente ao local onde reside.
  13. Não persiga o gosto da boa comida.
  14. Não carregue bens que já não necessita.
  15. Não aja de acordo com as crenças habituais.
  16. Não colecione ou pratique com armas para além do necessário.
  17. Não tenha receio da morte.
  18. Não tenha a intenção de possuir objetos ou um feudo na velhice.
  19. Respeite deuses e Buda sem contar com o seu auxilio.
  20. Ainda que abandone sua vida, preserve a sua honra.
  21. Nunca se afaste do Caminho.
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Why Can’t We All Just Get Along?

Moral Tribes: Emotion, Reason, and the Gap Between Us and Them

The Uncertain Biological Basis of Morality

SQUARING RECENT RESEARCH SUGGESTING WE’RE “NATURALLY MORAL” WITH ALL THE STRIFE IN THE WORLD

By Robert Wright

In 1999, Joshua Greene—then a philosophy graduate student at Princeton, now a psychology professor at Harvard—had a very fertile idea. He took a pretty well-known philosophical thought experiment and infused it with technology in a way that turned it into a very well-known philosophical thought experiment—easily the best-known, most-pondered such mental exercise of our time. In the process, he raised doubts, in inescapably vivid form, about the rationality of human moral judgment. Continue lendo “Why Can’t We All Just Get Along?”

O julgamento do espelho

O Julgamento do Espelho

Quando as pessoas lhe contarem quem elas são, acredite. Mas quando tentarem dizer quem você é, não.

Você é o único dono da sua própria integridade e as hipóteses criadas por aqueles que não entendem quem você é e o que você representa pra si mesmo revelam muito sobre eles e absolutamente nada sobre você.

Respeite-se, Brasil. Ame-se, Brasil.

Fernando de Noronha Brasil

As causas mais profundas do amor próprio não têm nada a ver com algo exterior a você – nem com seu corpo ou com as expectativas sobre você mesmo. Se você se basear na sua própria bondade, nada será capaz de destruir sua auto-estima. Delicie-se com sua natureza interior, com suas virtudes e com todas as suas qualidades lindas.

— Karmapa

Hoje, ouvi um amigo criticando que só no Brasil as coisas eram assim ou assim. Ouço isso desde sempre mas me recuso e dessa vez, fiquei puto.  Nós continuamos achando que o brasileiro é inferior ou ‘defeituoso’, e que os caras ‘de lá’ são muito melhores. Aquele famoso: “Os americanos são muito melhores.”

Não vejo nada pior do que isso pra o nosso respeito próprio e auto-estima. O mundo “melhor” já criou algumas guerras mundiais, destruiu todo seu meio-ambiente, dizimou espécies e “genocidou-se” infinitas vezes. Nós já temos nossa lista de crimes, claro, temos uma elite corrupta de políticos e mercenários, bandidos a solta nas ruas e no controle do país. Mas no fundo o que eu mais vejo por aqui e por ali, são amigos de uma população maravilhosa, trabalhadora e bondosa que merece mais.

Nós dividimos essa curta vida. Nós vivemos essa p… toda juntos nessa terra que tem praias, sol, pessoas lindas, mulheres incríveis, cores, alegria, tem tudo. TEM TUDO. “Terra onde em se plantando tudo dá” (Lembra dessa tb?)

Se eu pudesse falar algo agora pra todos, diria: respeitem-se, amem-se. Não esperemos ninguém validar nossa humilde grandiosidade e nossa abençoada vida.

Uma das terríveis conseqüências do desamor é que não cuidamos do que não amamos. E, precisamos urgentemente amar o Brasil e cuidar dele.

Não existe um lugar sem problemas, um lugar onde só existam pessoas bonitas, inteligentes e ricas, todas acima da média. Essa utopia fomentada pelo marketing só traz insatisfação pra quem acredita nesse conto do vigário, das celebridades instantâneas, das propagandas de sutiã e calcinha. Bonito sim é um sorriso da nossa mulher multicolorida, um abraço bem apertado do nosso amigo mais querido. Não se iludam, não me iludo, pães de açúcar, corcovados.

Aos trancos e barrancos, vamos seguindo nossas vidas que são nossas. Somos independentes, somos capazes e estamos vivos (yeaaahh!) depois de tantas desgraças e experts profetizando o contrário.

Acho que devemos proteger nossas matas, bichos e índios, comer muito da nossa comida espetacular. Precisamos cuidar muito de nós mesmos com todos nossos defeitos de terceiro mundo e, vamos em frente porque Deus nos colocou nesse lugar paradisíaco chamado Brasil. Eu acho que posso te dizer que mais da metade do mundo gostaria de estar por aqui hoje. (E, talvez outra metade no Rock in Rio. =:) ) Parece que só quem não se dá o valor hoje, é o brasileiro, porque o mundo tá apaixonado pela gente.

“Que lugar colorido e fantástico! É tão VIVO aqui! Cachorros latindo, risadas saindo de todas as janelas, músicas para lá de contagiantes, lindas pinturas nas paredes das ruas, até mesmo o som de fogos, tudo isso nesse lugar elétrico cheio de um sopro coletivo de vida!” – Alicia Keys

Sem que haja respeito ou amor por nós mesmos, nunca vamos construir nada melhor para nossas famílias e amigos aqui nessa terra abençoada. Precisamos amar, proteger e cuidar pra que a coisa toda melhore. E, isso exige amor maternal, fraternal, paternal, de todo tipo mesmo. Na humildade, na honestidade, consertando essa coisa toda, um dia por vez, sem complexo de inferioridade, fazendo a nossa parte e tocando a bola pra frente.

This is it ou, é nóis, mano.

PS: Com ou sem STJ dando a lambuja de hoje. Que merda.

PS 2: A cantora Alicia Keys deixou uma mensagem pro Brasil que vale a lida:

“Querido Brasil,

Estou apaixonada por você. Não é surpresa que você enfeitiça todos que vêm aqui e inspira tantas canções a serem escritas sobre você e tantas histórias a serem contadas sobre você. Eu cheguei alguns dias antes dos meus shows porque era aniversário do meu marido e nós queríamos sentir um gostinho de você.

Que lugar colorido e fantástico! É tão VIVO aqui! Cachorros latindo, risadas saindo de todas as janelas, músicas para lá de contagiantes, lindas pinturas nas paredes das ruas, até mesmo o som de fogos, tudo isso nesse lugar elétrico cheio de um sopro coletivo de vida!

Até o momento, eu vi o Cristo se acender enquanto o sol se põe, fiz brigadeiro na casa de amigos novos, provei as mais deliciosas comidas feitas de coco, ouvi samba nas vozes de homens e mulheres que te arrepiam, presenciei capoeira nas ruas do centro da cidade, descobri a música brasileira dos anos 1970, conheci alguns dos artistas de rua mais fenomenais do mundo atualmente (graças ao meu marido, que também está intensamente afetado pela sua cultura vibrante) e abracei as pessoas mais apaixonadas pela vida que já conheci!

Eu me sinto em casa aqui! O calor é meu companheiro, a música é minha inspiração, e eu agradeço a todos vocês por me receberem nesse lugar fenomenal e por colocarem minha mente num lugar totalmente novo. Eu acredito que esse é só o começo para nós, lindo Brasil.

O começo de uma lembrança significativa!

Estou ansiosa por sermos amigos por um longo tempo.

Com amor e gratidão,

Obrigada,

Alicia”

RIO from SCIENTIFANTASTIC on Vimeo.

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Thich Nhat Hanh’s Calligraphy Exhibit: Five Pieces From the Show

By Barbara Chai

New York’s ABC Home and Blue Cliff Monastery will host the U.S. premiere of Thich Nhat Hanh’s calligraphy exhibit this fall, displaying 88 original works of calligraphy by the Buddhist monk and spiritual leader.

Thich Nhat Hanh, who is also known as Thay, has incorporated calligraphy in his meditative practice for more than two decades. He drinks a cup of Chinese black tea before sitting to write, and adds drops of tea into the calligraphy ink. His pieces show an energy and life force within each brush stroke, said Sister Chan Khong, who has studied and worked with Thay for more than 50 years.

Below is a preview of five pieces in the ABC Home exhibition, which runs from Sept. 7 to Dec. 31. Check back in for more on Thich Nhat Hanh and follow @barbarachai.

breathe you are alive. just breathing and becoming aware that we are still alive can bring us great happiness. when we breathe mindfully, we reclaim our territory of body and mind and we encounter life in the present moment. from the U.S. premiere exhibition: calligraphic meditation: the mindful art of Thich Nhat Hanh, abc home, Sept. 7-Dec. 31
go as a river. without a community or sangha, we cannot go far. the sangha is our body and we are like the cells of the same organism. when we walk, we walk as one. when we sit, we sit as one. we practice collectively and move forward on our spiritual path as one body of water.
i have arrived i am home. this phrase is a great reminder for us to practice arriving in the here and now. when we are fully present in the here and now, we feel this is our true home.
no mud no lotus. the lotus flower cannot be there without the mud. likewise, happiness cannot be there without suffering. looking deeply into our suffering, we gain an understanding of it, which gives happiness a chance to blossom. thus, the lotus does not have to reject the mud, and the beauty of the lotus actually gives value to the mud.
zen circle. the zen circle has multiple significances: emptiness, full of the cosmos, space, everything inter-is. 

As pessoas simplesmente se esvaziam

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Charles Bukowski
“A genialidade pode ser a habilidade de falar coisas profundas de uma forma simples”
– Charles Bukowski

Em 1969, o editor John Martin ofereceu a Charles Bukowski US$100 a cada mês e todo mês de sua vida com uma condição: que ele saísse de seu emprego numa agência do correio se tornasse um escritor. Bukowski, com 49 anos de idade, o fez e em 1971 Martin publicou seu primeiro livro, Post Office pela editora de Martin, a Black Sparrow Press.

Quinze anos depois, Bukowsky escreveu a seguinte carta para Martin sobre sua alegria por ter escapado de seu emprego.

Aqui vai:

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