Better Decisions with Smarter Data

4 vs do big data

Business and academia pair up to teach managers how to add intelligence to their gigantic datasets.

While the concept of information overload isn’t a new one — Alvin Toffler introduced it back in 1984, in his book Future Shock — it seems more relevant now than ever. Particularly for the growing number of organizations with a mandate to make more strategic and operational decisions based on data — or facts — in environments saturated with data. Continue lendo “Better Decisions with Smarter Data”

Power, Privacy, and the Internet

On October 30–31, 2013, The New York Review of Books held a conference, “Power, Privacy, and the Internet,” at Scandinavia House in New York City, with generous support from The Fritt Ord Foundation of Oslo, PEN America, Sarah and Landon Rowland, The Europaeum of Oxford, The Lead Bank of Kansas City, and the Institute for Public Knowledge at New York University. Continue lendo “Power, Privacy, and the Internet”

It knows

google nows it all
  • The Googlisation of Everything (and Why We Should Worry) by Siva Vaidhyanathan
    California, 265 pp, £18.95, March 2011, ISBN 978 0 520 25882 2
  • In the Plex: How Google Thinks, Works and Shapes Our Lives by Steven Levy
    Simon and Schuster, 424 pp, £18.99, May 2011, ISBN 978 1 4165 9658 5
  • I’m Feeling Lucky: The Confessions of Google Employee Number 59 by Douglas Edwards
    Allen Lane, 416 pp, £20.00, July 2011, ISBN 978 1 84614 512 4

This spring, the billionaire Eric Schmidt announced that there were only four really significant technology companies: Apple, Amazon, Facebook and Google, the company he had until recently been running. People believed him. What distinguished his new ‘gang of four’ from the generation it had superseded – companies like Intel, Microsoft, Dell and Cisco, which mostly exist to sell gizmos and gadgets and innumerable hours of expensive support services to corporate clients – was that the newcomers sold their products and services to ordinary people. Since there are more ordinary people in the world than there are businesses, and since there’s nothing that ordinary people don’t want or need, or can’t be persuaded they want or need when it flashes up alluringly on their screens, the money to be made from them is virtually limitless. Together, Schmidt’s four companies are worth more than half a trillion dollars. The technology sector isn’t as big as, say, oil, but it’s growing, as more and more traditional industries – advertising, travel, real estate, used cars, new cars, porn, television, film, music, publishing, news – are subsumed into the digital economy. Schmidt, who as the ex-CEO of a multibillion-dollar corporation had learned to take the long view, warned that not all four of his disruptive gang could survive. So – as they all converge from their various beginnings to compete in the same area, the place usually referred to as ‘the cloud’, a place where everything that matters is online – the question is: who will be the first to blink? Continue lendo “It knows”

Y Combinator Startup School de 2012. Assista.

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O Y Combinator Startup School 2012 vale a pena.

Eu me pergunto porque não há mais pessoas assistindo a esses vídeos e outros de alta-qualidade na internet. A distância de um clique, você pode ir de um conteúdo medíocre para coisas incríveis como essas entrevistas no Startup School 2012 do Y Combinador que aconteceu no mês passado e só apareceu no YouTube na semana passada.

Para quem se interessa por startups e invenções de primeira linha, o Y Combinator é uma das referências maiores do mundo hoje e o Startup School um dos eventos mais importante do segmento.

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A Y Combinator é uma das incubadoras mais prestigiadas do mundo.

A conversa do fundador do Facebook  Mark Zuckerberg com Paul Graham, fundador do Y Combinator é interessante para saber os bastidores da rede e conhecer um pouco mais a cabeça do fundador. A palestra do fundador do GitHub,  Tom Preston-Werner e da Jessica Livingston do Y Combinator também valem a pena.

Outras interessantes no Startup School 2012 são a do fundador do Uber, Travis Kalanick, do Stripe, Patrick Collison, do Pinterest Ben Silbermann e o lendário Super Angel Ron Conway. Continue lendo “Y Combinator Startup School de 2012. Assista.”

Porque o futuro é “microtask”

A evolução das profissões segue as regras básicas da evolução natural.

Bem vindo ao mundo da ‘hiper-especialização’. Deixe de lado as generalidades e enfrente as especificidades de frente.

Quando o iPad foi lançado em 2010, uma das deficiências do tablet levantada por quem testou, foi a falta de ‘multitasking’, a capacidade de rodar múltiplos softwares simultaneamente. A Apple, poucos meses mais tarde, lançou uma atualização do iOS já contendo um ‘pseudo-multitasking’, que agradou os críticos.

Desde muito tempo, esse jargão de multi-tasking roda no mundo da tecnologia e é bastante comum usarmos para pessoas. Eu sou um exemplo de ‘multi-tasker’, faço múltiplas coisas ao mesmo tempo. Acho que é raro, hoje, quem não é multi-task. Outro dia ouvi um lama budista (não sei se existe outro tipo de lama sem ser budista mas vai lá), dizendo que medita rapidamente antes de começar seu dia respondendo emails, escrevendo livros e usando o Facebook. Ou seja, nem os budistas, uma das espécies mais tradicionais e ‘monotasks’ de seres humanos estão livres de viver assombrados pela quantidade de pequenas e grandes tarefas do dia a dia contemporâneo.

A tendência é tentarmos fazer de tudo, sermos ‘multi-tarefas’, seguirmos o fluxo,  não decidirmos o que queremos e o que não queremos, apenas tirarmos da frente o que aparecer, sem muito raciocínio.

Se pensarmos em um plano um pouco maior sobre nossas carreiras, postos de trabalho, organizações empresariais atuando num ambiente cada vez mais complexo, vamos ver entretanto que há um ‘trade-off’, um custo de oportunidade para o multi-tasking. Na maioria dos segmentos, uma empresa que tem um foco muito amplo está com um problema nas mãos. Um profissional de carreira também.

Isso é um tanto óbvio: tentar fazer muitas coisas ao mesmo tempo, ou tentar ser “excelente” em várias coisas, é a receita do fracasso.

A receita do sucesso por outro lado é o foco único, micro e repetitivo – e por isso tanta gente acaba se perdendo pra evitar a chatice do dia-a-dia do sacrifício do campeão. Continue lendo “Porque o futuro é “microtask””

O dilúvio de informações só começou

Evolução do volume de palavras por mídia de 1900-2010 nos EUA
Evolução do volume de palavras por mídia de 1900-2010 nos EUA
Evolução do volume de palavras por mídia de 1900-2010 nos EUA. Uau.

A The Economist acaba de publicar a matéria Wordy Goods – Americans are exchanging ever more words no seu blog sobre estatísticas e gráficos.

Como iremos consumir palavras nas próximas décadas? A  McKinsey Global Institute trouxe respostas analisando a comunicação nos Estados Unidos desde 1900. Comparou tudo incluindo a palavra falada e cartas escritas enviadas pelo correio com redes sociais e emails.

Se você sente que passa muito mais tempo recebendo informações por dia, você está certo.

A pesquisa encontrou que a troca via papel não foi esmagada pela internet como se acha normalmente. O rádio foi. A televisão também. Segundo a matéria, a consultoria quer mostrar que ainda há crescimento para a comunicação via redes sociais, o que parece óbvio. As redes sociais são hoje a malha da internet, e é por lá que navegamos (o que sugere um problema pra o Google Search?).

A televisão deve se tornar mais e mais social no futuro e com a digitalização e os aparelhos como AppleTv e outros, isso vai acontecer nos próximos anos, rapidamente.

Notem que nos últimos 5 anos houve uma aceleração ainda mais grave do volume de palavras trocadas. Talvez, e muito provável seja a razão de nos sentirmos esmagados pela quantidade de informação que recebemos diariamente.