Marcus Aurelius on what his father taught him about humility, honor, kindness, and integrity

marcus aurelius

What it takes to attain “the mark of a soul in readiness.”

Marcus Aurelius is considered the last of Ancient Rome’s Five Good Emperors, but he is perhaps best remembered for his contributions to philosophy as one of the most influential Stoics. His proto-blog Meditations (public library; free download) is as much a portal into his inner life as a record of his “personal micro-culture” — the myriad influences he absorbed and integrated into what became his own philosophical ideas, which endure as pillars of Western thought.

Bust of Marcus Aurelius (reign 161–180 CE).
Bust of Marcus Aurelius (reign 161–180 CE). (Photo credit: Wikipedia)

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The Story of Stuff Project

A história das coisas
Mais importante do que nunca.

99% do que consumimos vai pro lixo em menos de 1 ano. É a transformação do Planeta Terra, de paraíso em lixo em 200 anos, por nós mesmos. Bom trabalho.

Eu assisti a História das coisas de Annie Leonard que definitivamente vê as coisas com muito mais clareza do que todos os professores e acadêmicos com que tive contato até hoje. Ele critíca o consumismo e promove a sustentabilidade. Foi pro ar no fim de 2007 e é um dos documentários ambientais mais assistidos.

Ele só aumenta minha ansiedade com relação ao caminho que tomamos há algumas décadas (pós-industrialização).

A minha sensação é que assistimos a morte do Planeta, flora, fauna, lugares sagrados, oceanos, e o que é pior, a cada dia de trabalho, literalmente trabalhamos para isso, ao participar do sistema, ou simplesmente existir dentro dele.

Para se manter atualizado, acesse o Projeto The Story of Stuff Project e para ajudar compartilhe o vídeo e as ideias com seus amigos.

Howard Zinn in Declarations of Independence

Howard Zinn

“Those of us who call for the repudiation of massive violence to solve human problems must sound utopian, romantic. So did those who demanded the end of slavery. But utopian ideas do become realistic at certain points in history, when the moral power of an idea mobilizes large numbers of people in its support. This may then be joined to the realization, by at least some of those in authority, that it would be realistic for them to change their policy, even perhaps share power with those they have long controlled.”

A marca como um manifesto

O julgamento final - Michelangelo

“Onde há dignidade, senão onde há honestidade?” ― Cícero

Eu tenho 38 anos e quero viver a minha vida sem arrependimentos. Quero chegar lá, olhar pra trás e descobrir que entre as perdas e danos do processo, eu consegui vivê-la dignamente e, se possível, seja merecedor de uma medalha de honra ao mérito.

Se você procurar por honra no Wikipedia vai encontrar que “honra é a avaliação do procedimento de uma pessoa e estado social baseado nas adoções daquele indivíduo e ações. O oposto de honra é a desonra (ou opróbrio)”. Não diz muito claramente de primeira mas, lendo um pouco mais, encontro na mesma fonte que: “Honrado é julgamento que determina o caráter de uma pessoa exatamente: se ou não, a pessoa reflete “honestidade” (um conceito em português, que tem respaldo na Bíblia, de não-Corrupção, de “respeito”, “integridade” e/ou “justiça social”.

Samurai
Os samurais colocam a honra acima da sua própria vida.

No Japão, a honra sempre foi vista como um quase-dever (pelo Samurai, mas também pelo cidadão comum). Quando se perdeu a honra ou a situação fez-lhe perder, havia apenas uma maneira de salvar a sua dignidade: a morte. Seppuku (vulgarmente chamado de “harakiri“, fincar uma espada no abdômen) foi a mais ilustre morte em tal situação. A única forma de um Samurai morrer mais honradamente era ser morto em uma batalha com uma espada.”

Já pesquisando por integridade, encontrei que “vem do latim integritate, que significa a qualidade de alguém ou algo ser íntegro, de conduta reta, pessoa de honraéticaeducada, brioso, pundonoroso, cuja natureza de ação nos dá uma imagem de inocênciapureza ou castidade, o que é íntegro, é justo e perfeito, é puro de alma e de espírito.

São exemplos de integridade moral e corporal: a vida íntegra, a integridade física, dos bens sociais e individuais, integridade da honra e da fama, a integridade da intimidade pessoal, do nome, da imagem e dos sentimentos. É indiscutível a admissão da existência de determinados bens da personalidade e sua integridade, portanto, esta coaduna com o respeito, e este com a moral, e, quem tem moral, é íntegro.

Um ser humano íntegro não se vende por situações momentâneas, infrigindo as normas e leis, prejudicando alguém por um motivo fútil e incoerente. A moral de uma pessoa não tem preço e é indiscutível.” Continue lendo “A marca como um manifesto”

Conexão, humildade e liderança por Henry Mintzberg

Henry-Mintzberg

“A macro-liderança é tão ruim quanto a micro” – Henry Mintzberg

Sigo o blog Leadership Freak de um escritor chamado Dan Rockwell, que é pastor e consultor na Pennsylvania (!). Ele entrevistou Henry Mintzberg que é um acadêmico canadense renomado e autor de livros de relevância em administração. É Ph.D. pelo MIT.

O blog publica pequenos posts que são de arrepiar os cabelos porque tem uma visão original e completa ao adicionar um pouco de conhecimento religioso que falta nos posts (em geral, vazios) de administração. Faz uma ponte entre as técnicas e fundamentos e a ética nos negócios. (Importante, não?)

O post de hoje traz uma visão simples e forte de como um líder deve engajar-se na organização.

Os líderes tem que sujar suas mãos também. É destrutivo separar os conceitos de administração e liderança.”

Henry Mintzberg acredita que líderes focados em criar as estratégias e a visão mas que ficam distantes das trincheiras desenvolvem uma visão tão fora da realidade que o restante dos integrantes dificilmente engajam-se nela.

Mintzberg também acredita que há um perigo maior ainda: criar e engajar a organização numa alucinação e ter dificuldades ao executá-la.

Pior ainda, uma estratégia e visão desconectada das trincheiras é um dos maiores problemas com macro-liderança, mas há um outro mais devastador: a arrogância.

“A arrogância vem do distanciamento” – Henry Mintzberg

Quando Dan Rockwell perguntou sobre um conselho que ele amaria compartilhar sobre o assunto, ele lhe disse: “Conecte-se”.

Sobre conexão, humildade e liderança

Ao se conectar, você expressa, cria e nutre humildade e assim ganha legitimidade para liderar. O distanciamento sugere independência enquanto conectar-se requer interdependência.

A humildade é sempre uma prática e nunca apenas teoria. Falar sobre humildade sem praticar humildade resulta em arrogância. Quando Jesus disse para deixar o líder entre vocês ser aquele que os serve, ele virou o conceito liderança da época de cabeça pra baixo e mostrou a cura para a arrogância.