Howard Zinn in Declarations of Independence

Howard Zinn

“Those of us who call for the repudiation of massive violence to solve human problems must sound utopian, romantic. So did those who demanded the end of slavery. But utopian ideas do become realistic at certain points in history, when the moral power of an idea mobilizes large numbers of people in its support. This may then be joined to the realization, by at least some of those in authority, that it would be realistic for them to change their policy, even perhaps share power with those they have long controlled.”

O peso do ceticismo por Carl Sagan

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What is Skepticism? It’s nothing very esoteric. We encounter it every day. When we buy a used car, if we are the least bit wise we will exert some residual skeptical powers — whatever our education has left to us. You could say, “Here’s an honest-looking fellow. I’ll just take whatever he offers me.” Or you might say, “Well, I’ve heard that occasionally there are small deceptions involved in the sale of a used car, perhaps inadvertent on the part of the salesperson,” and then you do something. You kick the tires, you open the doors, you look under the hood. (You might go through the motions even if you don’t know what is supposed to be under the hood, or you might bring a mechanically inclined friend.) You know that some skepticism is required, and you understand why. It’s upsetting that you might have to disagree with the used-car salesman or ask him questions that he is reluctant to answer. There is at least a small degree of interpersonal confrontation involved in the purchase of a used car and nobody claims it is especially pleasant. But there is a good reason for it — because if you don’t exercise some minimal skepticism, if you have an absolutely untrammeled credulity, there is probably some price you will have to pay later. Then you’ll wish you had made a small investment of skepticism early. Continue lendo “O peso do ceticismo por Carl Sagan”

Toda a forma de saber será hackeada

O rei está nú.

“Quanto mais a sociedade se distancia da verdade, mais ela odeia aqueles que a revelam.”
George Orwell

A internet já é um campo minado. Buscamos informação para viver e recebemos informação corporativa e monitoramento governamental. O sonho da internet acabou?

Marketing de conteúdo é a nova moda na internet e promete estragar mais um pouco do ambiente jogando mais lixo na rede.

Novidade não é, mas parece…movida pelo interesse dos players corporativos querendo comercializar seus aplicativos, serviços, broches e camisetas. A expressão “The content is king” já é falada até aqui no bar perto de casa mas tem gente que ainda acha que é a mais recente descoberta humana.

A grande maioria das empresas, hoje, está sendo pressionada a produzir seu próprio conteúdo informativo e não-publicitário para construir e engajar seus consumidores, diga-se tribo. Notícias, novidades, artigos, opinião, livros, infográficos, tweets, Facebook posts, Youtube vídeos…Slideshares, publicados com regularidade. Como era de se esperar, há mais porcaria do que nunca eclodindo no “universo paralelo” digital que diz mais ou menos assim: “Vocês, consumidores idiotas e manipuláveis, podem consumir esse lixo de conteúdo e compartilhar entre seus amigos (mais idiotas ainda) assim podemos criar um efeito em cadeia de compra do meu produto.”. E, então desse pensamento sublime emergem novidades esdrúxulas como detalhes sobre o acabamento do fio que interliga o fone de ouvido ao jack, ou a cor da cueca do Jay-Z, sem falar nos ‘leaks’ de produtos a serem lançados em bares nos arredores da matriz em São Francisco.

Ainda bem que feed não tem cheiro.

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